💎 O que muda com as novas regras do Open Finance?
Na Prensa Open de hoje: nova regulação do Pix, geração endividada e a corrida pelo ouro do cinema brasileiro! 🏆
O Open Finance brasileiro entra em 2025 com um novo impulso regulatório. Desde janeiro, a Resolução Conjunta nº 10 do Banco Central e do Conselho Monetário Nacional (CMN) tornou obrigatória a adesão de instituições com mais de 5 milhões de clientes ao sistema financeiro aberto. Isso significa que nomes como Banco Inter, C6, PagBank, Neon e diversas financeiras ligadas a grandes varejistas terão que integrar o ecossistema nos próximos seis meses.
Atualmente, algumas dessas instituições já participam como detentoras de conta ou iniciadoras de pagamento, mas a nova norma exige que elas também atuem como transmissoras de dados, ampliando significativamente o alcance do sistema.
O Open Finance está em constante evolução, e acompanhar esse movimento exige informação de qualidade e insights estratégicos.
Na Prensa, cobrimos esse ecossistema desde o início, consolidando nossa autoridade no setor de fintechs, instituições financeiras e bancos. Além da atuação como referência em informação, promovemos o Open Finance Conference, um evento que vai além do debate: é um espaço de conexão e fomento para toda a comunidade.
Apoiamos sua empresa na jornada de transformar o planejamento estratégico em ações eficazes e resultados sólidos — seja por meio da produção de eventos premium ou a elaboração de conteúdos sob medida.
Vamos conversar sobre como podemos contribuir para o seu sucesso?
Qual é a expectativa para 2025?
A expectativa do setor é que essa ampliação leve o Open Finance a alcançar cerca de 95% dos clientes do sistema financeiro, consolidando o Brasil como um dos mercados mais avançados do mundo nessa iniciativa.
Além disso, a medida reforça a competitividade no setor bancário, permitindo que consumidores tenham mais opções e acesso a serviços financeiros personalizados.
Em paralelo a essa obrigatoriedade, outras inovações devem acelerar ainda mais a adoção do Open Finance no país. A Sensedia, multinacional brasileira especializada em APIs e integrações, mapeou quatro novidades que prometem transformar o cenário em 2025:
🚀 1. Pix Automático: o débito automático do Open Finance
O Pix Inteligente, lançado em 2024, permitiu a movimentação automática de valores entre contas de um mesmo titular com consentimento via Open Finance. Agora, em 2025, essa funcionalidade evolui para o Pix Automático, que funcionará como um débito automático dentro do sistema financeiro aberto.
"A mesma API do Pix Inteligente será utilizada para liberar o Pix Automático no primeiro semestre de 2025, tornando os pagamentos recorrentes mais acessíveis e reduzindo custos operacionais para as instituições financeiras", explica João Ricardo de Almeida, Product Manager da Sensedia.
Além de tornar mais barato o custo para empresas (atualmente, a emissão de um boleto custa cerca de R$ 0,68), o Pix Automático permite que bancos digitais e menores participem desse ecossistema, ampliando a concorrência e beneficiando os consumidores.
📱 2. Pix por Aproximação: pagamentos mais rápidos e sem redirecionamento
A Jornada Sem Redirecionamento (JSR), que visa reduzir etapas no processo de pagamento online, entra em uma nova fase com a implementação do Pix por Aproximação via NFC (Near Field Communication).
"Prevista para ser disponibilizada ao público em 28 de fevereiro de 2025, a JSR será fundamental para impulsionar os pagamentos via Open Finance", diz Gabriela Santana, Product Manager da Sensedia.
O Banco Central deve reforçar a obrigatoriedade de adesão a essa tecnologia para bancos e fintechs, ampliando a oferta e a estabilidade do Pix por Aproximação em 2026.
💳 3. Portabilidade de crédito via Open Finance
A portabilidade de crédito, um dos temas mais esperados do Open Finance, volta à pauta em 2025. A proposta prevê que contratos de crédito possam ser migrados entre instituições via Open Finance, reduzindo o prazo atual de até 15 dias para apenas três dias.
“Com essa mudança, os clientes terão mais controle sobre suas condições de crédito, podendo buscar taxas melhores com mais agilidade", destaca Santana.
A novidade também inclui a criação da EPOC (Encaminhamento da Proposta de Crédito), que permitirá que correspondentes bancários encaminhem propostas de crédito para várias instituições simultaneamente, garantindo ofertas padronizadas e mais competitivas.
📊 4. Precisão nos dados: maior fiscalização do Banco Central
O Banco Central intensificará a fiscalização sobre as informações prestadas pelas instituições no Open Finance. A Instrução Normativa BCB nº 441, de dezembro de 2023, prevê maior rigor na cobrança de métricas e relatórios.
"A partir de 2025, haverá menos tolerância para divergências entre os dados reportados. O descumprimento das normas pode acarretar multas e sanções", alerta Santana.
Qual é a geração mais endividada no Brasil?
A geração Z está usando o cartão de crédito como nunca – seja por aproximação, parcelado ou à vista. Mas esse hábito tem um lado preocupante: ele se tornou a principal causa de endividamento entre os jovens. No Brasil, o gasto médio no cartão para quem tem até 25 anos já chega a R$ 1.250, um valor próximo ao salário mínimo. Além disso, até 60% da renda dessa faixa etária é comprometida com pagamentos no crédito.
O problema? Apesar do alto volume de gastos, muitos jovens não estão conseguindo pagar a fatura em dia. A geração Z lidera os índices de inadimplência e também é a que mais atrasa o pagamento das contas. A popularização das contas digitais e a praticidade das carteiras digitais impulsionaram ainda mais o uso do cartão de crédito entre os jovens. Hoje, 67% dos adolescentes já possuem o próprio cartão, facilitando o acesso e, em muitos casos, o endividamento.
Em corrida pelo ouro, filme brasileiro lucra em bilheteria mundial
De produções milionárias a obras de orçamento enxuto, os filmes indicados ao Oscar de Melhor Filme em 2025 mostram que o impacto na tela não depende apenas de cifras impressionantes. "Ainda Estou Aqui", filme de Walter Salles, estrelado por Fernanda Torres, pode ter custado algo em torno de US$ 1,35 milhão. O valor corresponderia a 1% de "Wicked", também indicado a Melhor Filme do Oscar.
De acordo com o IMDb, base de dados online de informação sobre a indústria do cinema, o filme teve custo de produção estimado em US$ 1,5 milhão (cerca de R$ 8,8 milhões, na cotação atual). O valor o elenca como o mais barato entre os indicados ao Oscar deste ano.
Desde a estreia no Brasil, há 12 semanas, o filme já arrecadou US$ 13,2 milhões. Mais de 3,6 milhões de brasileiros assistiram ao longa. Indicado a três categorias no Oscar, o longa de Walter Salles já faturou US$ 434,3 mil (R$ 2,55 milhões) em apenas duas semanas de exibição no mercado dos Estados Unidos.
A Prensa Open de hoje fica por aqui! Até semana que vem!



Excelente post!